O cinema sempre nos proporciona cenas memoráveis, que de certa forma, nos deixam marcas, e nem sempre são filmes considerados cult ou filmes vencedores do Oscar. O filme Easy A, nomeado em português de A Mentira, apesar de apresentar uma proposta despretensiosa, com um enredo juvenil e uma história que possui um tom nostálgico, me marcou pelo resto da vida na cena de um pequeno manifesto de Oliver, protagonista representada pela talentosíssima e oscarizada Emma Stone, no qual a personagem, ecoa as palavras que toda uma geração de mulheres se viu refletida e pode repetir:
"Onde foi parar o cavalheirismo? Só existiu nos filmes dos anos 80? Eu quero John Cusack segurando um toca-fitas na minha janela, quero fugir num cortador de grama com Patrick Dempsey, quero Jake de Gatinhas e Gatões me esperando na porta de igreja, quero Judd Nelson erguendo o punho, porque sabe que me conquistou. Só uma vez, quero que minha vida seja como um filme dos anos 80. De preferência, com um número musical maravilhosos, sem motivo aparente."
No entanto, apesar do fascínio da nossa protagonista com as comédias românticas adolescentes dos anos 80, nós sabemos que nas últimas duas décadas e meia, não faltou outros exemplos de "momentos que nos iludem" nos filmes de romance.
Em homenagem a todos esses momentos, que NUNCA IREMOS VIVER, optei por fazer uma categoria aqui no blog, para indicar essas cenas que merecem destaque, e para lembrar que ilusão pouca é bobagem. E também para reforçar o manifesto de Oliver, sobre como o romantismo ganhou uma nova imagem, negativa, vinculada a vergonha e a fraqueza.
Quando demonstrar amor se tornou sinônimo de ridículo? Quando o amor saiu de moda? Porque é tão fácil escrever um texto enorme no facebook sobre o grande amor de uma nova relação, mas não se demonstra mais ao vivo esse amor? Sim... O amor saiu de moda, mas nossa fé nele não saiu, não acabou, então deixa eu ser romântica, ser Alice e acreditar, que alguém um dia vai demonstrar metade desse amor fictício, a alguém que mereça o receber.
Em homenagem a todos esses momentos, que NUNCA IREMOS VIVER, optei por fazer uma categoria aqui no blog, para indicar essas cenas que merecem destaque, e para lembrar que ilusão pouca é bobagem. E também para reforçar o manifesto de Oliver, sobre como o romantismo ganhou uma nova imagem, negativa, vinculada a vergonha e a fraqueza.
Quando demonstrar amor se tornou sinônimo de ridículo? Quando o amor saiu de moda? Porque é tão fácil escrever um texto enorme no facebook sobre o grande amor de uma nova relação, mas não se demonstra mais ao vivo esse amor? Sim... O amor saiu de moda, mas nossa fé nele não saiu, não acabou, então deixa eu ser romântica, ser Alice e acreditar, que alguém um dia vai demonstrar metade desse amor fictício, a alguém que mereça o receber.

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