Talvez eu não seja uma princesa
Publicado por
Jeniffer S.
em
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Eu não sou a Bela Adormecida, dormindo, esperando o príncipe vir me salvar. Não sou Branca de Neve que se apaixona a 1ª vista com um beijo sem consentimento. Não sou a Ariel que deixa de lado sua essência e as pessoas que ama, por um homem. Não acredito em contos de fadas, nem esperar em vão por príncipe encantado. Talvez entenderam errado a Cinderela, talvez ela só quisesse uma noite de folga, usar um vestido bonito e sair pra dançar, talvez o amor da vida dela ter aparecido naquela noite, tenha sido um bônus. Talvez eu seja a Mulan que não se enquadra nos padrões impostos de como deve ser uma mulher, mas que é capaz de enganar um exercito, vencer um vilão, honrar a família e salvar toda uma nação. Talvez eu queira ser a Bela, que só quer ler um bom livro e ter com quem conversar sobre ele. Talvez eu já não acredite em contos de fada, em príncipe encantado ou em finais felizes, porque final feliz de verdade é perceber que não devo depender de nenhum homem e de ninguém, além de mim mesma, para eu ser feliz.
25 coisas que aprendi até meus 25 anos
Publicado por
Jeniffer S.
em
domingo, 20 de maio de 2018
Aniversários sempre são complicados, a gente acaba fazendo aquele maldito balanceamento de tudo aquilo que queria ser e ter feito com aquela idade, e aquilo que de fato é e fez, e nunca parece que estamos bem o bastante, que alcançamos o resultado esperado, bom, pelo menos é assim com a maioria das pessoas, não todas, e definitivamente é assim comigo. No entanto, a vida não ser fácil também nos molda como pessoas e vamos aprendendo com o passar dos anos, então 25 coisas que aprendi até meus 25 anos.
01. O tempo cura sim as feridas, mas é preciso deixar que ele faça isso, é preciso encarar os problemas pra eles ficarem no passado,
02. Dificilmente conseguiremos ser as pessoas que queríamos ser aos 15, mas aos 15 ninguém tem ideia do que de fato é a vida adulta,
03. Felicidade não é o que acontece no final de comédias românticas,
04. Sucesso não está relacionado a dinheiro, tem mais a ver com satisfação pessoal, com equilíbrio emocional e psicológico,
05. Os verdadeiros amigos não são aqueles que estão sempre junto com a gente, mas sim aqueles que apesar da distancia, conseguimos manter a amizade inalterada,
06. Não somos tão inteligentes quando achamos que somos,
07. Dificilmente vale a pena o desgaste para provar que está certo, a sanidade mental é mais importante que isso,
08. É preciso colocar o amor próprio na frente de tudo,
09. A felicidade é um conceito diferente para cada pessoa, não é porque algo não te faria feliz, que não faria outra pessoa feliz.,
10. Respeitar a opinião alheia e saber lidar com pessoas de diferentes visões de forma educada e saudável faz parte de ter maturidade,
11. Mais importante do que parecer feliz para as outras pessoas, é tentar de verdade ser feliz, independente de os outros saberem ou não,
12. Por mais que seja fácil atribuir críticas recebidas ao conceito de que a pessoa sente inveja, nem sempre é o caso, muitas vezes, as criticas são por uma necessidade de melhora mesmo,
13. Tentar evoluir, crescer, aprender é importante, mas não te torna melhor que ninguém, e tentar tudo isso pra esfregar na cara dos outros, te torna pior,
14. As pessoas dificilmente vão mudar de opinião só porque você apresentou argumentos e provas, elas acreditam naquilo que lhes é conveniente, e por isso, nem toda discussão vale o tempo perdido,
15. O passado não é mutável, por mais que se sonhe com isso, então é necessário seguir em frente,
16. Não podemos cobrar a maturidade que temos aos 25, das pessoas que fomos aos 15 ou aos 20,
17. Não sair no fim de semana ou viajar nas ferias, não te torna um fracasso, nem menos feliz do que quem saiu e viajou,
18. Em algum momento, a personalidade das pessoas começam a se sobrepor a aparência física, e sua lista de critérios para encontrar alguém, vai mudar drasticamente com o tempo,
19. Não é porque não deu certo pra você, que não vai dar certo pra todo mundo,
20. As experiências ruins vão te moldar pra sempre, mas é preciso ter cautela pra elas não te impedirem de ter boas experiências por medo,
21. Apesar de não existir mocinho vs vilão, ainda assim, mundo ta cheio de gente filha da puta, seja gentil pra equilibrar,
22. Ouvir e tentar conhecer o outro, pode ser muito mais eficaz para ser alguém agradável, do que tentar mostrar todas suas qualidades,
23. Não culpe ninguém pelos seus fracassos ou pelo seu futuro,
24. Nunca se lê livros o suficiente,
25. Tempo é a coisa mais valiosa do mundo e não tem como recupera-lo.
25 Coisas que aprendi sobre o amor até meus 25 anos
Publicado por
Jeniffer S.
em
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Não importa a idade que temos, o número de experiências amorosas ou o tempo que vivemos elas, parece que nunca sabemos o bastante sobre o amor, ainda mais por que cada relação é única, mas de qualquer forma aqui está uma lista de 25 coisas que aprendi sobre amor e relacionamentos nesses 25 anos de vida:
01. Para saber amar o próximo, é preciso saber amar a si mesmo,
02. Por mais que a ficção indique isso, a felicidade não se baseia em estar numa relação amorosa,
03. Não dar certo com o primeiro amor não é o fim do mundo, porque é apenas o primeiro, não precisa ser o único,
04. O amor se constrói com o tempo, a primeira vista só existe atração física,
05. O amor também pode ser destruído com o tempo, aos poucos e é preciso saber lidar com isso,
06. Amar alguém é tentar conciliar a sua vida com a dela,
07. As bases para o amor é respeitar, confiar, tentar entender e conhecer de verdade a outra pessoa,
08. Dinheiro e atração física não são alicerces fortes para construir uma relação,
09. Amar alguém não é se anular, se colocar em segundo plano,
10. Amar alguém também não é se escorar, depender e esperar que ela te carreguem,
11. Se machuca mais do que faz feliz, é hora de colocar o amor próprio na frente do amor ao próximo,
12. Continuar numa relação só porque não quer "perder o tempo que investiu nela" não é motivo para continuar numa relação, pois, não se perde o tempo que esteve com alguém, de tudo se tira algum aprendizado,
13. Traição não é culpa de amante, e sim do caráter do seu cônjuge/parceiro,
14. Seus relacionamentos de deixaram marcas, mas não podem prejudicar o atual ou o futuro,
15. Não é porquê você foi traída uma vez, que todas as outras pessoas com quem você se relacionar, irão te trair, ou que todo mundo que você conhece trai todo mundo,
16. Não faça com o outro, o quê não quer que façam com você,
17. Dificilmente, alguém vai te tratar como o mocinho do livro que você ama, ou das comédias românticas que você assiste,
18. Aceitar ficar com alguém para não estar sozinho, não é algo inteligente,
19. Perdoar uma traição abre precedente para a pessoa continuar te traindo,
20. Ninguém sabe como de fato vai agir perante certas circunstâncias, apenas tem hipóteses, que pode ou não se cumprir,
21. Ninguém sabe de fato como são os relacionamentos alheios, só quem está dentro dele,
22. Mais importante que demonstração de amor pública, é de fato se esforçar diariamente e com coisas simples para manter o amor,
23. Ciúmes não é demonstração de amor, é de insegurança e falta de confiança,
24. Não existe pessoa certa ou errada, mas existe o momento certo e o errado,
Sobre ser mãe
Publicado por
Jeniffer S.
em
domingo, 13 de maio de 2018
Sabe aquelas histórias de ser “A
experiência mais linda da sua vida”, de que “vai te transformar para sempre”,
pois é, ela não é real, pode parecer a coisa mais obvia do mundo o que vou
escrever agora, mas parece que é necessário explicar, assim como toda
experiência de vida, a maternidade, é algo único para cada ser humano, e sim,
pode ser a experiência mais linda e pode transformar para sempre alguém, mas
isso não é algo que acontece com toda mãe.
Minha experiência: A gravidez foi
terrível, nada de me sentir linda e poderosa, eu me sentia um lixo, um
recipiente, algo que existia apenas com a finalidade de dar vida à outra coisa,
como se a vida dele, tivesse anulando a minha. Eu vomitei todos os dias por 5
meses, sendo que o normal é vomitar, as vezes, nos dois primeiros meses. Eu
perdi 4 quilos durante a gravidez, em vez de ganhar. Eu chorava de tristeza
toda semana, não uma vez por semana, mas três, quarto, cinco.
E nos últimos meses de gravidez,
parecia que eu já estava gravida há anos, que aquilo nunca teria um fim,
parecia que eu tinha parado no tempo, e eu estava esperando que ele nascesse,
pra eu voltar a viver, a existir.
Ainda assim, com 4 meses de
gravidez, comecei a ter sangramentos e me desesperei, foi quando descobri que
não queria perder a criança, com 3 meses e meio, chorei de emoção ao ouvir o
coração dele batendo, e durante o parto, tive medo de algo dar errado, de ele
não ficar bem, mas não me preocupei naquele momento comigo.
Então sim, minha vida se
transformou com a gravidez, e foi no exato momento do parto, não foi na
primeira vez que ouvi o coração dele, ou no primeiro ultrassom, ou quando
descobri o sexo da criança, ou quando o peguei no colo pela primeira vez. Foi
no exato instante que ele saiu de dentro de mim, e senti um medo enorme de tudo
no mundo, de qualquer coisa que pudesse fazer mal a ele.
Essa foi a minha experiência,
essa foi a minha forma de enxergar a maternidade e começar a vivê-la. Tem
pessoas que nunca vão se tornar mãe, mesmo que passem pela gravidez e pelo
parto, mesmo que cuidem de seus filhos. Porque o instinto maternal não é como
um botão que se aciona dentro da mulher, porque a maternidade não é mágica, e é
preciso parar de mistifica-la e impor a mulher a vontade de ser mãe.
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Maternidade
Publicado por
Jeniffer S.
em
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Quando se fala em maternidade, a palavra amor é usada de forma incessante, como se esse fosse o sentimento que prevalece sobre todos os outros, mas nem sempre é assim, existem 2 sentimentos que acompanham as mães, tanto quanto o amor:
1º Medo: De que ele fique doente, que se machuque, que não
gostem dele na escola, que batam nele, que não consiga fazer amigos, que não
aprenda determinada coisa, que não cresça direito, que sofra por amor, que
sofra preconceito, medo quando ele sai a noite, medo quando sai de moto, quando
vai para longe, medo do que ele vai se tornar... Todo tipo de medo, dos mais
bobos aos mais sérios, desde o primeiro momento do nascimento até o último dia
que respiramos.
2º Culpa: De dar tudo o que quer, ou de não dar, de
trabalhar e por isso não ficar tanto tempo com ele, ou de não trabalhar e por
isso não dar tudo o que ele quer, de dizer sim e dizer não, de bater e de dar
bronca, culpa por proteger demais ou por ele ter se machucado aquela vez, culpa
por ter ficado doente ou se ele vai mal na escola e junto com o medo do que ele
vai se tornar, vem a culpa, porque uma parcela do que as pessoas são, é
influencia de quem os cria.
E claro, tem o amor, que é responsável por sentirmos o medo
e a culpa por nossos filhos, e aqui está um fato: não é tudo tão bonito quanto
se conta, nem é o fim do mundo como algumas pessoas gostam de apontar. Não
existem as fases boas e ruins, todas as fases tem seus lados bons e ruins, em
alguns casos, um dos lados se sobressai. Mas em si, a maternidade não é algo
que você ganha, como um presente ou um castigo de Deus, é algo que se vive, é
algo que quando você se permite, se torna parte sua e você nem percebe quando
isso acontece, porque não é num estalar de dedos, é aos poucos, a cada dia,
assim como o amor que sentimos pelos nossos filhos, vai crescendo dentro da
gente a cada momento.
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